segunda-feira, 1 de março de 2021

Uma força para o Marketing

 

Ultimamente, tem se tornado popular as ferramentas de divulgação de propagandas e de empresas feitas pelas redes sociais. São muitas opções de redes sociais hoje em dia, e deixaram de ser apenas um lugar para fazer fofoca ou postar a foto do prato que se comeu no almoço. Nunca foram, na verdade, a função principal destas redes sociais, mas de uns tempos para cá, realmente se profissionalizaram as ferramentas disponíveis nelas para que todos possam usá-las para fazer propaganda, tanto para os amigos próximos quanto para qualquer pessoa no mundo. As redes sociais, usando a estrutura de alcance mundial da internet, realmente permitem que minha propaganda alcance uma mãe de família na Irlanda ou um empresário em Macau. E também os vizinhos e outros brasileiros, claro.

Muito ainda tem de se aprender a utilizar esta fantástica oportunidade que faz com que o mundo se torne não a minha vila, mas o quintal da minha casa, quer dizer, ao alcance de um clique, no meu quarto, sala ou escritório, consigo alcançar o que antes não poderia nem de carro. Talvez de avião, e jamais no mesmo dia.

Claro que as redes sociais têm interesse nisso, pois é assim que elas ganham dinheiro. Assim como na televisão ou rádio, a fonte de receita, o faturamento está presente na publicidade que eles oferecem, com seus espaços que alcançam países ou regiões inteiras (no caso da televisão ou revistas) e a sua cidade ou bairro (no caso do rádio ou jornal impresso, por exemplo), da mesma forma, as redes sociais de alcance mundial ganham dinheiro cobrando por propagandas que alcançam públicos específicos.

Mas vamos lá: para um microempresário ou mesmo uma pessoa que faça, por exemplo, bolos em sua casa para vender, não era lá muito viável pagar uma rede de televisão (mesmo que regional) e, por vezes, nem mesmo a emissora de rádio para veicular sua propaganda. Era algo meio fora de alcance para a maioria. Além disso, pegue o exemplo da televisão. A mesma propaganda passava determinado horário, para todos que estavam assistindo. E, digamos, a propaganda de um carro zero quilômetro não tinha muito apelo ao público adolescente ou muito jovem que estava assistindo, sem condições de pagar por aquele bem. Assim como propagandas de produtos femininos sendo exibidas para homens que estavam assistindo à TV no mesmo horário, também atingiam pessoas que não eram seu público. Muitas propagandas “perdiam tempo” indo a públicos que não eram seu alvo.

A internet e as redes sociais mudaram isso.

Hoje você pode fazer bolo na sua casa, tirar uma foto com seu celular e fazer sua propaganda para 50, 100, 2000 pessoas que conheçam seu produto, sem custo. Sem sequer sair de casa. Mas não precisa ficar nisso. Você pode ir além. Pode gastar um pouco, digamos uns R$ 40,00 e direcionar a propaganda dos seus produtos de belezas para atingirem um público de 1000 mulheres, que morem na sua cidade, que tenham entre 20 e 50 anos de idade, por exemplo e, assim, não gastar levando propaganda a quem não seja seu público-alvo, economizando seu investimento. Ou, na linguagem empresarial, “maximizando” seu investimento em marketing. E, claro, não preciso nem falar que investir um valor destes, na TV ou rádio, é impensável. O que não significa que você não possa investir muito mais e ter melhores resultados.

As possibilidades da internet e redes sociais para ajudar o seu marketing a vender seu produto são enormes e devemos aproveitar isso. Só não podemos confundir as coisas. Hoje, essa ajuda é no marketing, nas vendas. E alguns estão confundindo, pensando que isso também é administração da empresa. Não é! O processo administrativo e de controle exige outros tipos de procedimentos. Para isso, também existem ferramentas apropriadas, importantes e de qualidade. Mas as redes sociais vieram para melhorar o marketing que, digamos de passagem, antes só as grandes empresas podiam fazer de verdade. Hoje, os microempresários e pessoas físicas têm isso ao seu alcance, com uma qualidade que nem antes existia para as grandes empresas.

É uma oportunidade que não podemos desperdiçar.


Lucas Durigon


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segunda-feira, 4 de janeiro de 2021

O Pilar da Administração

 

É o mais esquecido de todos, quando se fala de microempresários que desejam iniciar um novo negócio. Muitas falências ocorrem por negligenciar este pilar. Sem uma boa administração, todos os esforços, em todos os outros, por melhores que sejam, se perdem, seja a ponto de destruir a empresa, ou diminuir o lucro ou ainda apenas causar dificuldades que venham a impedir seu crescimento. Se o marketing é a alma do negócio, a administração é a circulação sanguínea, que garante nutrientes chegando a todas as partes, para o bom funcionamento de todo o empreendimento.

Sem administração correta, mesmo que o setor de vendas traga números recordes a cada mês ou ano no faturamento e ainda que o operacional esteja estruturado para isso, se não houver uma boa administração, pode escapar pelo ralo uma quantidade maior ainda de dinheiro do que aquela que entrou pelo faturamento.

Podemos entender melhor isso quando percebemos empresas grandes e (aparentemente) consolidadas com dívidas absurdas. É como olhar para aquele amigo que ganha 10 vezes mais que você, todo endividado e se perguntar: como ele consegue, ganhando tanto, ficar tão endividado assim. Como uma empresa, com um alto volume de vendas, de faturamento, consegue ter dívidas, falhar no compromisso com fornecedores, funcionários etc.?

Aquela pergunta estarrecedora para muitos, de como pode alguém ganhar tanto e ainda não ter nada, seja uma pessoa física ou jurídica tem a resposta aqui: administração.

Sem uma boa administração, pode-se ganhar 1 milhão e gastar 2 milhões! Sem uma boa administração, desperdiça-se matéria-prima, material. Sem entender a dinâmica da empresa e o que está acontecendo, pode-se ter um faturamento de 200 mil por mês e, ainda assim, não conseguir pagar contas básicas, como fornecedores, funcionários ou impostos.

A falta da boa administração faz com que muito empresários repita a famosa pergunta: “para onde está indo meu dinheiro?”. Muitos ainda complementam essa pergunta com algumas observações: “eu trabalho tanto, faturo bem, mas não vejo o meu dinheiro”. É mais comum nos microempresários.

A questão é que o dinheiro está lá, está entrando. Algumas vezes de forma farta. Está saindo. Mas algumas vezes para os lugares errados, de forma errada. Empréstimos mal feitos, pedindo dinheiro para o banco, a fim de pagar dívidas do mês, enquanto o estoque envelhece na prateleira ou os funcionários ficam parados, enquanto poderiam produzir outras coisas. Dica: empréstimos é para investimentos e, em casos muito específicos, para emergências. E queda de faturamento não é emergência! Se um empresário não planeja nem prevê tal queda, é porque faltou administração.

Saber-se o potencial da empresa, a disponibilidade para investimento, o percentual que se pode crescer mensal ou anualmente, planejar aumento estrutural, se pode contratar mais um funcionário ou não, se é melhor aumentar o estoque ou investir em processos de entregas mais rápidos, quando é hora de mudar de local etc etc etc. São todas decisões administrativas, feitas com base em informações numéricas, de forma sensata e com o conhecimento necessário.

Muitos dizem que o empresário precisa correr riscos. É verdade. Mas riscos calculados, não aventuras irresponsáveis. O pilar que fornece, desde cedo, para o empresário, a informação necessária para que ele possa decidir o melhor para sua empresa é o pilar administrativo. Sem ele, o empresário vive no escuro. Alguns chamam isso de intuição. Mas um bom empresário que usa sua intuição, a qual não nego ser possível, se é algo que faz constante e que dá certo, pode ter certeza, ele conhece os números, ainda que estejam na sua cabeça e não no papel. A intuição que dá certo vem sempre acompanhada de boas informações e o risco é sempre calculado, planejado, medido.

Administração é essencial para qualquer empresa. Negligenciada pela maioria das que quebram. Mas precisa ser bem feita, de uma forma ou de outra, se deseja-se que a empresa sobreviva, cresça e prospere.



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segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

O Pilar Comercial

 

A compra e a venda da empresa são os setores que mantém o fluxo operacional andando. Precisa ser equilibrado. Não somente equilíbrio entre a compra e venda, mas também com o operacional e outras áreas. Não resolve nada um vendedor de uma indústria vender 1000 unidades de um produto para entregar em 1 semana, se a empresa só consegue produzir 500 unidades por mês!!!

Tal é a necessidade de equilíbrio que existe um conceito administrativo que, para manter toda a empresa funcionando, existe uma quantidade mínima de venda a ser executada num período para manter os custos da empresa pagos. Este conceito chama-se “ponto de equilíbrio”, que é o quanto a empresa precisa faturar (vender), minimamente, para poder pagar as contas, manter a administração, as contas em dia, a empresa funcionando. Acima do Ponto de Equilíbrio começa o lucro. Abaixo dele é problema!

Se as vendas (e, consequentemente, o faturamento) ficam um pouco abaixo deste ponto de equilíbrio, não é o ideal, mas ainda é recuperável, dá pra compensar em outro momento. Mas se fica muito abaixo deste equilíbrio, se isto acontece repetidas vezes, significa que a empresa corre riscos de sobrevivência. Por outro lado, se ficar muito acima, embora a entrada de lucro seja algo muito bom, pode ocorrer, se a empresa não estiver pronta e estruturada para fornecer os produtos e serviços necessários para atender os pedidos dos clientes, de ter sérios problemas.

Então, equilíbrio é fundamental.

Se deseja crescer, precisa ser estruturado e planejado. Precisa ser de forma crescente, sustentada e gradual, conforme a capacidade de crescimento da empresa. De novo, entra a administração. Por exemplo, se uma lanchonete investe muito em marketing para aumentar suas vendas por entregas e, de repente, recebe 100 novas ligações pedindo lanches, mas se a mesma lanchonete está estruturada para fazer 70 lanches por noite, então estes 100 ligações novas, além dos pedidos já habituais, então não conseguirá atender aos clientes! Isso, com certeza, gerará problemas, reclamações, insatisfação etc.

O comercial da empresa é o contato direto com o cliente final, aquele que sustenta a empresa. Então esse equilíbrio é fundamental para manter também o nome da empresa. Da mesma forma, na outra ponta, com os colaboradores que fornecem todo o material necessário para o funcionamento da empresa, para que ela continue funcionando, também necessita de um relacionamento equilibrado.

A administração e o operacional são internos da empresa. Não se conecta diretamente com o cliente final. O marketing, embora o faça, é de uma maneira distante, indireta. Não em um contato direto. Já as vendas são a ponta que se relaciona com o cliente final constantemente. É ali que se conhece a necessidade, os elogios, as críticas, reclamações etc. Por este motivo, a necessidade de estar bem alicerçado na ética, quando se fala no pilar comercial, pode ser a diferença de a empresa estar inserida num contexto maior de dinâmica social e comercial ou de estar isolada, sem qualquer conexão com o mundo de fora. Se um vendedor, por exemplo, ou toda a equipe de venda, começa a prometer coisas que a empresa não pode entregar, muito em breve toda a reputação da empresa estará comprometida. Não se pode prometer o impossível (nem mesmo o incerto) apenas para ganhar mais dinheiro.

Se a produção da sua empresa consegue atender 100 clientes por mês, não adianta o vendedor, de uma hora para outra, prometer produtos e serviços para 500 deles. A maioria ficará de fora, não receberá o prometido e falará mal da empresa. O setor operacional e o administrativo não estão estruturados para isso. E quem vende precisa saber disso. Da mesma forma, quem compra. Não adianta o setor de compras querer aproveitar uma promoção e comprar 1 tonelada daquele produto que só vende 200 quilos por mês, porque a maior parte do produto, se não estragar, ficará ocupando espaço, empatando dinheiro e envelhecendo no estoque, perdendo valor.

Equilíbrio e crescimento sustentável, neste caso, são as palavras-chave.



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segunda-feira, 9 de novembro de 2020

O Pilar das Vendas

 

Sobre o aspecto social das vendas, é importantíssimo entendermos uma coisa. Uma empresa só prospera se oferece para vender produtos que interessem a muitos compradores. Que tenha relevância social. Alguns dizem que, quando se abre uma empresa, deve-se fazer uma pesquisa de mercado para saber se o que você quer vender está de acordo com o desejo ou a necessidade de compra das pessoas na região que você atua. Eu diria além: deveríamos ver se o produto que você vende é relevante socialmente. Se contribui para a construção de uma melhor sociedade. Se irá melhorar, de alguma forma, ainda que num simples aspecto, a vida daqueles que você atende.

Então, para a venda, a escolha do produto ou serviço que se irá vender é essencial. Vou usar meu exemplo: eu vendo software e serviços para melhorar a administração de outras empresas. Se meu software apenas faz a somatória dos itens que estão sendo vendidos no caixa, na hora do cliente da loja realizar o pagamento, eu chamaria isso de uma “calculadora de luxo”. Mas essa é apenas uma pequena parte do processo. Um software precisa fornecer ao comerciante ferramentas e informações que o ajudem a perceber como anda sua empresa. E ele precisa saber usar corretamente essa ferramenta, a fim de poder dizer que lhe traz o benefício esperado. Então, ao oferecer meu produto, ofereço junto o serviço de um treinamento, de uma consultoria, a fim de orientar o comerciante como usar corretamente a ferramenta administrativa do software. Neste meu processo de venda, o objetivo é que o comerciante venha a ter um ganho de melhorar o funcionamento da sua empresa, observando sempre princípios e valores que contribuam para que ele também construa um bom alicerce.

Ninguém compra o que não precisa. Então, se você vende algo que ninguém deseja ou precisa, provavelmente terá problemas. Mas se é algo relevante para a sociedade, então o produto permanece girando, o fluxo funcionando e a empresa tem o dinheiro necessário para sua sustentação. Oferecer algo que as pessoas precisam é também uma função social. Imagine se todos os supermercados resolvessem que, de uma hora para outra, fechariam suas portas, porque o governo inventou uma lei que inviabiliza seu negócio. Bem, nesta situação hipotética, me responda: onde as pessoas iriam buscar alimentos para sua sobrevivência diária. Então os supermercados têm uma função que colabora com a sociedade, disponibilizando uma maneira prática de se obter alimentos. Quer dizer, não seria legal, hoje em dia, todo mundo sair por aí, caçando e coletando frutas na floresta, para poder se alimentar. Nossa sociedade atual não está estruturada para isso. Então, neste contexto social, o supermercado é muito relevante. Agora vamos imaginar a questão do princípio, do alicerce, da ética: se um supermercado tentar colocar um preço no produto muito alto, muito além da maioria, então poderia ter mais lucro. Porém, é bem provável que num curto espaço de tempo perdesse os clientes, deixasse de vender e de fazer girar o fluxo, porque os clientes procurariam outros comércios que vendessem mais baratos.

Mas e se todos os supermercados combinassem juntos aumentar todos os preços, para que as pessoas não tivessem uma opção de comprar mais barato, porque todos fizeram o mesmo? Bem, eticamente falando, não me parece muito justo, criar uma situação assim, que encurralasse os compradores. Aliás, isso é crime na maioria dos países. Mas mesmo que não fosse, numa situação dessas, temos 2 possibilidades: ou todas as outras pessoas da sociedade, os compradores, teriam um ganho de salário, de aumento de renda, a fim de poderem comprar esses produtos mais caros e isso geraria inflação e, no fim das contas, não mudaria em nada a realidade, porque o mercado teria mais gastos para pagar os salários de seus próprios funcionários, seus fornecedores e todos pagariam mais, gerando a inflação. Mas, no fim das contas, todos comprariam a mesma quantidade de coisas que antes. A outra situação é ninguém ganhar mais e, com o tempo, as pessoas não terem dinheiro para comprar, terem necessidades que causariam outros problemas como os de saúde, por exemplo. Além disso, só se venderia o que fosse extremamente essencial, como a comida e todo o resto não venderia mais, causando fechamento de setores do supermercado e das indústrias que fabricam esses produtos não essenciais.

Ou seja, se o princípio for apenas o ganhar dinheiro, as consequências seriam trágicas. Por outro lado, dentro da ética, o estabelecimento comercial também precisa sobreviver. Se vender muito abaixo, fora do normal, com preços que não sustentem suas atividades, poderá também deixar de existir. Então também existe a ética que garante sua própria sobrevivência, em todos os aspectos. A sobrevivência com dignidade, do negócio, do proprietário, dos funcionários etc. E todos precisam entender que se não for feito de uma maneira que todos ganhem, então o contrário é que todos perdem.

Para ser bem alicerçada, duradoura, com um pilar que mantenha a empresa firme por muito tempo, não pode por exemplo apresentar um produto modinha, destes que duram um pouco de tempo. Até poderá este produto fornecer algum dinheiro e lucro para a empresa por um tempo. Se for um dos vários produtos da empresa, poderá contribuir para um ganho extra por um tempo. Mas um produto “modinha”, sendo o único produto de uma empresa, se for a base de vendas da empresa, logo deixará de ser vendido abundantemente e, se a empresa estruturou toda sua operação para este único produto, terá problemas. Então, é bom pensar em algo que seja relevante, que traga ganhos para quem vai comprar. A médio ou longo prazo, isso é muito mais vantajoso, principalmente para a indústria.



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segunda-feira, 5 de outubro de 2020

O Pilar do marketing

 

Se traduzirmos a palavra “marketing” literalmente, significa “vendendo”. Ou seja, manter o fluxo de venda contínuo. A propaganda, que é a maneira usual de se traduzir marketing no Brasil, é apenas uma porte do que seria o marketing em si. Estabelecer e firmar o nome da empresa e do produto em si é o propósito do marketing, a fim de que o produto e a empresa se vendam por si mesmos, mantenham o fluxo de vendas funcionando.

Embora a propaganda efetiva, aquela que fala da empresa e do produto por meios de comunicação diversos seja o centro do marketing, ele se faz também quando a empresa se preocupa em manter o nível de qualidade do que faz em alta. Desta forma, a médio e longo prazo, os próprios clientes cuidarão de manter o nome da empresa e do produto/serviço conhecidos por todos. É o famoso boca-a-boca. E funciona muito bem, porque quando alguém que comprou um produto/serviço diz que está satisfeito, diz para outra pessoa que ela deveria comprar, que pode confiar, isso tem um peso muito maior do que quando o próprio vendedor diz que é bom ou que precisa comprar. Quando um amigo comprova que o produto é bom, se esse amigo precisa daquilo, então isso tem um peso muito grande, porque alguém do seu círculo de amizades, da sua confiança, indicou o produto, muito mais força tem isso do que a empresa que vende dizer que aquilo é bom.

Quando a empresa, mesmo que o produto/serviço dê problemas, tem total interesse e atitude para resolver um problema e solucionar para o seu cliente. Porque, problemas todos têm, a diferença é quem soluciona e quem deixa pra lá. Mas isso também é marketing, está tornando o nome conhecido por uma característica importante: não abandonar o cliente quando os problemas aparecem.

Marketing se faz quando a empresa se preocupa em verificar constantemente a necessidade e satisfação dos clientes e, de verdade e efetivamente, fazer algo para melhorar sempre sua forma de agir na sociedade, a fim de fazer frente a estas necessidades. Se ela apenas faz uma propaganda divulgando que está preocupada com as necessidades dos clientes, mas os ignoram quando estes apresentam suas necessidades, então seu marketing terá efeito contrário: irá divulgar a má qualidade dos serviços/produtos oferecidos pela empresa, afastando os clientes.

Todos estes fatores são regidos por princípios e éticas, quase todos encontrados na Bíblia. Mas quero chamar a atenção para um princípio ético muito importante para Deus, que seria a base do marketing, que se resume em: “cumprir o prometido”. O marketing é a divulgação dos princípios, dos valores, e também dos produtos, dos serviços que uma empresa defende e oferece. Quando a empresa promete algo e não cumpre, seu marketing é um tiro pela culatra. Terá o efeito oposto. Cumprir o que promete, o que se propõe, é essencial para que este pilar seja forte. Eu diria que são os ferros do pilar.

Quando uma empresa diz que se preocupa com o bem estar e a satisfação do seu cliente em várias propagandas mas, depois, o cliente percebe que ela só está preocupada, na verdade, em pegar seu dinheiro, rapidamente a sociedade, o conjunto de clientes percebe isso e reage negativamente. Embora não sejam empresas, propriamente ditas, este princípio pode ser claramente observado nos políticos e nos líderes religiosos que fazem promessas e não as cumprem: em como a sociedade reage. O mesmo vale para as empresas.

Aliás, eu percebi, na prática uma coisa: quando uma empresa faz propaganda muito massiva, insistente, nos meios de comunicação. Por exemplo, numa programação de TV, um determinado produto aparece a toda hora, é muito provável que seja de má qualidade. Isso porque ele não se sustenta por si só, através das outras características do marketing, então precisa apenas de propaganda. Ele vende para um determinado cliente, uma vez, que acredita na propaganda. Mas, sendo de má qualidade, aquele cliente não repete a compra, nem fala bem daquela empresa para outra pessoa. Ou seja, o produto não se promove, então a empresa precisa insistentemente gastar dinheiro, tempo e energia com muita propaganda para sempre conseguir clientes novos, em lugar de fazer com que os clientes permaneçam satisfeitos e consumindo e indicando para outros. Não é uma regra, mas um indicativo muito forte: produtos com propaganda insistente eu desconfio.


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segunda-feira, 14 de setembro de 2020

Os 4 Pilares e o alicerce de uma empresa

E, quais são estes pilares? São 4 áreas fundamentais para qualquer empresa, de qualquer porte: 

1. Operacional; 

2. Comercial; 

3. Marketing; 

4. Administração.


Muitos dizem que a propaganda é a alma do negócio. Eu diria que a administração é a circulação sanguínea. Que o operacional são os músculos. Que as vendas são os membros.

Operacional é tudo aquilo que faz a empresa andar no seu dia a dia. É ela funcionando. Se for um comércio, trata-se de cuidar da aparência da loja, do bom atendimento aos clientes, da disposição dos produtos (nos mercados, tem até uma função só para isso: os repositores). Se for uma fábrica, é a linha de produção. Se for uma prestação de serviços, é a execução deste serviço, como por exemplo a manicure que faz a unha.

Comercial inclui compras e vendas. Venda nem sempre é executada por vendedores, por incrível que pareça. Está muito ligada ao marketing e, muitas vezes, é este que executa as vendas. Mas a área de vendas precisa ser tratada como algo especial, pois é ela que alimenta a empresa para continuar funcionando. Não adianta nada ter uma ótima organização operacional apenas para manter galpões e estantes cheias de produtos parados. As Vendas fazem com que o fluxo gire, o produto saia e o dinheiro entre. Mas se quem compra não colabora, não encontra bons produtos a preços bons, as vendas ficam prejudicadas.

O Marketing é o que faz a marca, a empresa, o produto ser conhecido, visto e que todos saibam que ali, naquela empresa, oferece-se tais e tais produtos e serviços. Que aquele produto atende a tal e tal necessidade das pessoas. É a comunicação para dizer qual a relevância do produto e da empresa para a sociedade. É a informação de como a empresa trabalha. Sem essa comunicação, pode acontecer de existir a empresa e ninguém saber que existe ali algo a ser oferecido.

Mas muitos esquecem da administração. Essa é a parte que eu comparo com a circulação sanguínea de um ser vivo. Que fornece o alimento e leva sustentação a todas as outras áreas. Um vendedor pode simplesmente pegar produtos e vender. O comprador, aquele que busca os produtos para o vendedor, pode fazer compras sem parar. Da mesma forma as outras áreas, como o marketing e operacional. Mas se uma boa administração não busca encontrar a melhor maneira de tudo isso funcionar, haverá morte. Administração inclui planejamento, avaliação, recolocação, propostas de mudanças. E, como a circulação sanguínea está em todas as áreas, a administração está presente em todos os outros setores. Não se pode vender indiscriminadamente, se não se garantir a qualidade dos produtos e o bom atendimento aos clientes. Mas tudo isso é interligado pela administração. E uma boa administração precisa de boas ferramentas para funcionar. Geralmente, a principal ferramenta da administração é, hoje em dia, um bom software administrativo.

Um empresário precisa atentar para todas estas áreas numa empresa, a fim de manter ela saudável e viva. Se pensar apenas em vender, por exemplo, e esquecer das outras áreas, terá problemas. Assim, tudo deve ficar em equilíbrio. E uma atenção especial à administração, que costuma ser esquecida por muitos.


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sexta-feira, 21 de agosto de 2020

Os 4 Pilares e o alicerce de uma empresa

 

Uma empresa, a fim de se estabilizar no mercado, precisa de 4 pilares, construídos sobre um alicerce, que venham a dar sustentação aos seus negócios e atuação na sociedade. Lembrando que a empresa é uma entidade presente na sociedade, tem, por isso mesmo, fins sociais, de atender a necessidades das pessoas inseridas na sociedade onde a empresa está estabelecida.

Primeiro, precisamos entender que existe a necessidade de um ótimo e bem fundamentado alicerce, sobre o qual se colocarão os pilares da empresa. Como cristão, eu digo que este alicerce é Deus, suas orientações e direção. Quem baseia seus negócios sobre a sabedoria de Deus, nunca cairá. Pode até ser que esse alicerce levante apenas uma casa com 1 andar, que não seja uma empresa que venha a ter muitos andares, como um grande edifício. Mas Deus diz que o importante é que ela não caia. Porque, sempre que se cai, perde-se tempo levantando-se novamente. E, claro que é importante saber se levantar novamente quando se cai, porque isso também faz parte da vida, do empreendedorismo. Porém, se o alicerce estiver bem colocado, isso não ocorrerá.

Poderíamos também chamar esse alicerce de Ética. Uma base bem fundamentada em princípios e valores sólidos e bons, que norteiam a construção dos pilares, o crescimento e fundamentação da empresa. Mas aí, voltamos à primeira opção, porque para sabermos quais sãos os bons princípios que devem nortear nossa empresa, acabaremos voltando para a orientação de Deus, contida em Sua Palavra.

Veja um exemplo: muitos podem pensar que o alicerce da empresa é ganhar dinheiro. Que seria o princípio fundamental. O capitalismo ensina isso. Mas, de acordo com a Bíblia, aquele que ama o dinheiro, terá muitos problemas. Então, se o lucro e o ganhar dinheiro for o principal alicerce, pode ser que este empresário coloque produtos ruins e de má qualidade para seus clientes, a fim de aumentar sua margem de lucro. Logo, seu marketing ruirá, porque os clientes perceberão, em algum tempo, que sua empresa não oferece algo de qualidade, e serão poucos, ou serão maus clientes.

Da mesma forma, ao tentar diminuir os custos tentando reduzir o salário dos funcionários, poderá ter mais lucro, mas isso o levará a ter funcionários insatisfeitos e, não preciso dizer onde isso chegará, porque nem precisa ser empresário para entender que funcionários mau pagos não trabalham satisfeitos e, consequentemente, não produzem o suficiente. Pode ser também que os funcionários de uma empresa ganhem bem, e estejam com isso contentes! É provável que, neste caso, você esteja com os piores profissionais da região, aqueles que não arrumam emprego em nenhum outro lugar, porque não sabem trabalhar bem. Só provável.

Não digo que o dinheiro não seja importante. Uma empresa precisa garantir sua sobrevivência de forma saudável. Precisa do lucro. O que eu digo ser problema é o lucro abusivo ou quando se busca o lucro como se fosse a única coisa que importa, que nada mais fosse importante.

Então, a ética que uns pregam pode não ser a ética de outros. Mas quando buscada na fonte correta, pode trazer muitos benefícios. A Ética é construída através do caráter do proprietários e principais colaboradores da empresa. A ética é o alicerce, que podemos chamar de “orientação de Deus”, para que os pilares a serem construídos sejam bem seguros.


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