terça-feira, 10 de maio de 2016

SOFTWARE DE GESTÃO OU CALCULADORA DE LUXO?

 Na história da informática, a evolução dos equipamentos (hardware) e das ferramentas usadas neles (software) ao longo dos anos seguiu uma velocidade estrondosa. Se lembrarmos que os primeiros computadores construídos na década de 40 ocupavam um andar inteiro de um prédio, e não tinham a capacidade de processamento de uma calculadora portátil de hoje em dia e considerarmos as evoluções presentes nos computadores, notebooks, smartphones e ipads, poderemos ver que a evolução tem sido a passos gigantescos. Imagine se a indústria automobilística tivesse seguido a mesma evolução, o que teríamos? Na área do software, tivemos a mesma evolução: no início, os computadores faziam operações básicas, de contas matemáticas, usados em lugares que precisavam fazer milhares de operações matemáticas por segundo, encontravam suas aplicações nos usos científicos de grandes universidades e em aplicações críticas de grandes empresas. O custo de milhares ou milhões de dólares proibia o uso em pequenas empresas.
Quando o primeiro PC (computador pessoal ou Personal Computer, em inglês) veio a existir, quase que foi um projeto que terminou no museu, porque não havia software que tornasse aquele aparelho útil para qualquer classe profissional que pudesse dele fazer uso. Apenas com a invenção de um software de planilha eletrônica chamada Visicalc (a primeira planilha eletrônica, “tataravó” do Excel) é que o PC passou a ser visto como algo útil que poderia ajudar, realmente, no dia a dia de contadores e outros profissionais que usassem cálculos. Então a revolução começou. E não parou até hoje, com o advento da internet e dos sistemas de controle administrativo, muitos em suas casas e empresas buscam tais sistemas para gerenciar os mais diversos ramos das atividades humanas.
Apesar de tanta evolução e melhorias, ainda vemos o potencial dos sistemas de informação ser subutilizado, talvez por desconhecimento das possibilidades que são oferecidas por parte daqueles que necessitam usar esse tipo de software.
Por exemplo, existem muitos varejos que “informatizam” sua loja, colocam um computador e um sistema de controle no caixa apenas para ter ali o cadastro dos produtos e seu preço, fazendo com que o computador venha a somar a lista de produtos vendidos e apresentar o total para o cliente, dando uma impressão dos itens para o cliente levar para casa um comprovante do que foi comprado. Muitos usam um sistema de computador, gastam com equipamentos e software para ter uma calculadora de luxo. Apenas para somar os totais de uma compra e informar ao cliente no fechamento da venda.
Os processos de gerenciamento e análise, que realmente trazem a real diferença na gestão dos negócios e pode fazer a informatização se tornar algo que venha a valer o investimento feito são, até hoje, usados basicamente pelas grandes empresas. Muitos empresários de pequenas empresas ainda sofrem com cálculos manuais para saber o melhor preço de venda dos seus produtos (e nem é preciso dizer a dificuldade que isso se torna em uma empresa com 3, 4 ou 5 mil itens no seu estoque), muitos ainda sofrem para saber se vale a pena continuar trabalhando com aquela marca de sabonete ou quanto estoque deve fazer daquele pacote de papel sulfite, sem prejudicar seu fluxo de caixa.
Claro que muitos convivem com isso no dia a dia e, de alguma forma, fazem acontecer o andamento de suas empresas, com controles manuais ou usando a técnica do “olhômetro”. Mas quanto dinheiro poderia ser economizado, quanto esforço poderia ser redirecionado para algo mais produtivo, se as ferramentas da informática fossem realmente usadas.
Claro que não é todo software que é capaz de dar essas informações de forma clara e concisa, legível a leigos. Alguns são tão complicados, feitos para grandes empresas que mantém departamentos inteiros com funcionários especializados que simplesmente fica inviável a um empresário de pequena empresa que acumula as funções financeiras, gerenciais, analíticas e operacionais, conseguir colocar em prática e usar essas ferramentas.

Porém, com o software correto e de fácil uso e aprendizado, tais características podem fazer parte da pequena empresa e trazer a ela um diferencial competitivo só visto hoje em grandes empresas. Só então, o empresário poderá não mais usar sua informatização (e todo o investimento que isso representou) para manter um computador que seja apenas uma calculadora com tela grande para o cliente ver. Só então, toda a capacidade dos sistemas de gestão fará com que o empresário tenha, realmente, vantagens nos processos de informatização.  

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