Com a tecnologia fazendo parte, cada vez mais, do nosso dia a dia,
vários recursos e pequenos detalhes de atividades que necessitamos
para cumprir nossas tarefas vão sendo, aos poucos, "engolidas"
pela tecnologia e novas formas de se realizar as tarefas.
Até pouco tempo atrás, um dos poucos motivos que nos faziam ainda
imprimir documentos no papel era o fato de colher uma assinatura no
mesmo e guardar o original com assinatura do responsável ou das
partes, a fim de ter "na mão" um documento original, com
assinatura. Ao longo do tempo, menos impressões têm sido feitas,
mas um tipo de documento que ainda tem-se o hábito de imprimir é
aquele que necessita ter uma assinatura. Hoje em dia, aos poucos,
este tipo também vem deixando de ser impresso, para existir apenas
no âmbito digital.
Hoje em dia, para assinar um documento, já existem formas que
dispensam a impressão e a assinatura feita "à mão" pelo
responsável. Os documentos que circulam de forma eletrônica/digital
pelos computadores já podem receber, além do conteúdo em si, a
assinatura também de forma digital ou eletrônica.
Esse documentos podem circular nos eMails, aplicativos de mensagen e
andar entre vários destinatários sem nunca ver um papel à frente,
nem saber que gosto tem a celulose. Podem circular totalmente no
formato digital, sem contribuir para o desmatamento e nem gastar com
material físico que ocupa espaço nos ambientes que guardam arquivos
físicos.
Existem basicamente 2 tipos de assinaturas a serem usadas em
documentos que estejam onLine. Uma é a assinatura digital, que tem
maior segurança, necessita de um Certificado Digital para ser feita
e é recomendada para documentos com maior validade jurídica, contém
criptografia e proteção contra fraudes.
O outro tipo é a assinatura eletrônica, um pouco mais simples sob o
ponto de vista de segurança, mas bem mais prática e pode ser usada
em documentos com menor nível de exigência de segurança, como
contratos simples, como o de locações residenciais, autorizações
escolares, confirmações cadastrais etc.
Este segundo tipo é o que queremos falar aqui, que pode ser usado
por um maior número de pessoas, não exige tanto conhecimento
técnico e pode ser feito gratuitamente, através da plataforma do
governo (gov.br).
Se você precisa assinar um contrato de locação residencial por
exemplo, ou de prestação de serviços, ou ainda uma autorização
escolar, pode economizar deslocamentos, papel e tinta, ao fazer este
procedimento de forma eletrônica. Assim, não precisa ir até o
local para pegar ou entregar o documento assinado fisicamente.
Para fazer isso, o processo se resume nestes pontos.
Digitar
o documento.
Gerar
o PDF deste documento.
Escolher
e ir até uma plataforma ou aplicativo de assinatura eletrônica.
Submeter
o documento gerado à plataforma de assinatura e salvar o
resultado
Enviar
por eMail ou outra forma o documento gerado para quem precisa.
Não vamos falar dos 2 primeiros pontos acima, porque digitar ou
gerar um PDF não são os assuntos de hoje. Temos um vídeo que
ensina a gerar PDFs e um curso completo de informática para te
ensinar a produzir documentos, se precisar de ajuda com essa parte.
Sobre o item 3, da plataforma para se fazer uma assinatura digital,
existem várias disponíveis hoje. Algumas pagas, outras gratuitas.
Também aplicativos disponíveis no celular para isso. Você pode
pesquisar sobre "fazer assinatura eletrônica" e escolher
uma de sua preferência.
Para esta orientação, escolhi uma plataforma gratuita e confiável
para fazer isso: a plataforma do próprio governo federal, disponível
na sua área do gov.br. É um jeito simples de fazer e ótimo para
aprender e começar. Se, no futuro, você tiver necessidade de mais
recursos, pode procurar outra de sua preferência, principalmente
depois que aprendeu a fazer o básico. Basta você entrar (fazer
login) e acessar o menu de aplicativos, representado pelo
quadriculado.
A partir daqui, pode continuar lendo a descrição de como fazer, na
prática, a assinatura. Mas aconselho grandemente que, para esta
parte, você assista também ao vídeo que explica visualmente o
processo e é muito mais fácil de entender.
Para realizar o item 4, de submeter o documento para assinatura,
existe a opção de "Assinar documentos", no menu à
esquerda, após clicar o quadriculado citado. Clique na opção e
depois abrir-se-á uma opção onde você pode escolher um arquivo
para assinar de 2 formas: ou usando a caixa de diálogo de abrir
arquivos ou pode arrastar o documento para a área abaixo, a fim do
aplicativo do gov.br reconhecer qual é o documento que você deseja
assinar. No celular, o documento pode ser fotografado na hora, o que
é mais trabalhoso se tiver mais de 1 página ou ser enviado para a
área de armazenamento do celular. Neste sentido, se tiver acesso a
um computador, o processo é mais prático. Mas pode ser feito
normalmente com o celular.
No meio deste processo, ao pedir a assinatura, a plataforma irá
pedir uma confirmação, através de um código enviado para o
aplicativo no celular. Esta parte é importante porque, como se trata
de uma assinatura, confirmar se quem está fazendo o processo é
realmente a pessoa dona do login reforça a autenticidade da
assinatura.
Após completar o processo, a plataforma gov.br irá deixar o
documento já assinado disponível para você enviar para quem
precisa.
Ter essa opção disponível na plataforma do governo federal pode
agilizar muitas relações de comércio e acordos, que podem ser mais
facilmente acertados entre partes do que seria com um processo
físico. Hoje em dia, até contratos celebrados entre partes que
estão em cidade ou até mesmo estados diferentes podem ser
agilizadas com esta opção.
Não podemos negar que a evolução da tecnologia exige de cada um de
nós uma reciclagem do conhecimento.
Com a popularização dos meios de vendas e marketing na internet,
cada vez mais ferramentas ficam disponíveis para uso das empresas,
para melhorar sua exibição e resultados perante os clientes.
Existem muitas opções e nem sempre os empresários entendem a
diferença entre as opções para escolher o que é mais útil no seu
caso.
Muitos confundem site com rede social, market place com dropshiping,
software administrativo com marketing digital e não entendem quando
devem escolher esta ou aquela opção.
O pior, quando se deparam com uma opção de um curso na internet ou
algo que lhes diga que devem fazer isto ou aquilo, geralmente
apresentado por alguém especialista no assunto que está oferecendo,
então, sem conhecer as outras opções, e por achar aquela opção
oferecida bem atraente, geralmente segue-se aquela opção, pensando
que trará um resultado mágico e esquecendo que a resposta é o
resultado de um conjunto de opções bem escolhidas.
Por exemplo, já cheguei a ouvir de certo lojista que ele decidiu que
não ia fazer um site e sim colocar anúncios numa rede social. Mas a
questão é que não era uma questão de um OU outro. No caso deste
lojista, ele precisava dos 2. Mas a falta de entender o papel de cada
ferramenta, faz muitos empresários pensarem que precisam escolher
entre um ou outro meio.
Pior ainda quando confundem meios com propósitos diferentes. Certa
vez eu estava oferecendo um software administrativo para um
empresário e ele me respondeu que não queria, porque estava fazendo
um curso de marketing digital, misturando alhos com bugalhos. Ele não
tinha a mínima noção das diferenças entre as duas ferramentas e
recusou uma por estar usando a outra, sem saber que as duas têm
propósitos diferentes e que ambas são úteis e necessárias para a
empresa. Mas, sem entender o propósito de ambas, não soube
escolher.
Queria neste artigo apresentar um resumo das principais opções,
explicando um pouco sobre os objetivos e finalidades de cada uma e
ajudar a entender as diferenças e semelhanças para que você,
empresário, possa escolher a estratégia e a ferramenta correta e
saber o que você deveria usar dos recursos possíveis na internet.
Primeiramente, quero te convidar a ler os artigos referentes aos 4
pilares e um alicerce de uma empresa, porque é disso que tem a ver
estas ferramentas. Os 4 pilares são:
1. Operacional;
2. Comercial;
3. Marketing;
4. Administrativo.
Temos muitas ferramentas na informática disponíveis e acessíveis
hoje para que uma microempresa possa realizar suas vendas, divulgar
seu produto profissionalmente e disponibilizar seus produtos e
serviços às pessoas corretas, que poderão comprar dele. Isso,
algum tempo atrás, só era possível às grandes empresas.
O problema hoje em dia é que muitos microempresários não sabem
usar estas ferramentas, não sabem o que fazer com elas, nem como
fazer. Então, espero que estes esclarecimentos ajudem.
Então, vamos lá …
Primeiro, vamos falar de Market Places, dropshiping e loja virtual.
Para entender estes de uma forma resumida, primeiro precisamos deixar
bem claro que, nestes casos, estamos falando de ferramentas de
vendas, do pilar comercial de uma empresa. Estas 3 ferramentas estão
disponíveis para seu uso no sentido de facilitar o processo de
vender produtos.
Não é marketing, nem administração. Então, é importante lembrar
que, no caso destas 3 ferramentas, não serão usadas para fazer
marketing ou apresentar sua empresa/produto/serviço aos clientes.
Estas ferramentas proporcionam um lugar na internet onde vender
produtos, colocando-o em uma espécie de “vitrine virtual”, com
as informações dele, tem como oferecer várias formas de pagamento
e finalizar uma venda, a fim de fazer com que o produto esteja pronto
para ser entregue ao comprador. O iFood é um bom exemplo deste tipo.
Market Place
O market place geralmente é um local, em uma grande loja, onde você
coloca seu produto à venda. Um comércio grande, que já tem sua
própria estrutura virtual de vendas, oferece espaço para que outras
empresas (ou pessoas) coloquem seus produtos também à venda,
aproveitando sua estrutura (visibilidade, formas de pagamento, site,
reputação etc.) para que outros possam disponibilizar produtos para
vender na internet. Esta estrutura é para aqueles que têm produtos
para vender. É muito mais interessante para fabricantes, mas também
comércios podem disponibilizar seus produtos para vender em market
places. Ao vender, você ainda precisará se responsabilizar pela
ação de entregar o produto ao cliente, geralmente levando-o a uma
transportadora que fará a entrega. Então, para usar um market
place, você precisa ter o produto e fazer o envio, mas a estrutura
de vendas na internet não será sua preocupação. Claro que, para
conseguir público e clientes, você precisará fazer a divulgação,
o marketing do produto, o que falaremos depois.
Drop Shipping
A diferença disso para quando você usa um sistema de drop shipping,
é que neste sistema, você não precisa disponibilizar o produto.
Toda estrutura, produto e entrega é de responsabilidade da empresa
com a qual você se cadastra para fazer o drop shipping. Na prática,
neste caso, você é um vendedor, desta empresa, se dispõe a vender
os produtos dela e ganha uma comissão por isso. Você não precisa
se preocupar com a entrega e despacho do produto, que também é
responsabilidade da empresa que fornece o sistema de drop shipping.
Neste caso, o produto não é seu, como ocorre no Market Place.
Recapitulando, neste sistema você só faz mesmo a divulgação e
venda do produto físico em troca de uma comissão.
Loja Virtual
Já a loja virtual é quando você tem o produto, vai construir a
estrutura virtual para fazer a venda e é, portanto, responsável por
todo o processo. Construir uma estrutura virtual para fazer vendas
não é algo tão simples quanto parece. Tem uma certa complexidade
técnica. A loja virtual geralmente é colocada dentro do site da sua
empresa. E, por isso mesmo, antes de continuar falando sobre a loja
virtual, vamos dar uma pausa para falar sobre um site.
Mas antes de falar, queria pedir pra você que, se está gostando do
conteúdo, clica aí no joinha, compartilha com alguém. E não deixe
de se inscrever no canal, para receber mais conteúdo e aproveitar de
um monte de conteúdo já existente pra você que ainda não
conhecia. Comenta também o que você está achando deste conteúdo.
Site
O que é um site? Para que serve? Toda empresa deve ter um? Vamos
entender um pouco disso, porque talvez o site seja a única opção
aqui comum a todos, ou seja, que todos deveriam ter. Um site para uma
empresa é sua presença na internet, no mundo virtual. Um site é um
local onde qualquer um pode encontrar informações sobre sua empresa
na internet.
É uma referência fixa. Tenha isso em mente: o site é uma
referência fixa da sua empresa.
Ou seja, se alguém quiser saber o telefone ou eMail da sua empresa,
ou ainda o endereço físico, geralmente a pessoa busca no site. Ou
no google empresa. O site ainda costuma conter uma descrição da
própria empresa, estrutura, equipe de trabalho, produtos
disponíveis. Enfim, um site é um conjunto completo de informações
que sempre estarão ali para poder ser consultada. Quando uma pessoa
quer informações básicas sobre uma empresa, sabe que pode procurar
no site. Comparando com o mundo físico, equivale à fachada do
prédio, com a placa de identificação. Mas claro que no site cabem
muito mais (e variadas) informações. Dentro do site da sua empresa,
você também pode incluir sua loja virtual. Então, voltemos a falar
dela.
Loja Virtual
Quando você monta sua própria loja virtual, precisará se preocupar
com formas de pagamento, acordos com operadoras de cartão, contratos
disto tudo, além de uma estrutura de controle de estoque, publicação
do site no provedor etc etc. Este tipo de estrutura geralmente
precisa ser montada por um especialista na área de construção de
sites e lojas virtuais. É uma estrutura mais especializada do que
simplesmente o site e precisa ser diariamente mantida e verificada.
Provavelmente, precisará também, dentro da empresa, de alguém
dedicado a monitorar o seu movimento. Além de, como já disse,
precisar de alguém especializado para criá-la e tem um custo um
pouco mais alto, além de um custo fixo mensal. Geralmente é usada
por empresas maiores, com uma estrutura maior.
Eu aconselharia a uma microempresa começar com market place e ganhar
um pouco de experiência e entender melhor como funciona uma loja
virtual e se isso é realmente necessário para sua situação, antes
de se aventurar a montar uma estrutura dessa e depois não conseguir
manter e ainda se frustrar pelos resultados, porque necessitará de
mais esforço para gerar resultados.
Concluindo o assunto vendas na internet
Considerando primeiro estes 3 tipos de estruturas para vendas (market
place, drop shipping e loja virtual), eu sugiro que um market place
seria ideal para quem tem produtos disponíveis para venda e drop
shipping para quem deseja vender produtos de outras empresas, atuando
como um vendedor.
Já o site é útil para todo tipo de empresa, mesmo que seja uma
única página com informações básicas. E também pode-se usar o
Google empresas, mas é inevitável que toda empresa, hoje em dia,
tenha um ponto fixo de referência na internet. E isso é o site.
Logo falaremos das redes sociais, que têm um aspecto diferente,
neste sentido.
Como disse anteriormente, a ideia aqui é dar um resumo destas
ferramentas. Se você simpatizou com alguma delas e pretende colocar
em prática, o próximo passo é aprofundar-se no conhecimento
específico desta ferramenta que julgou ser a melhor para sua empresa
e então coloque-a em prática. Temos a sugestão de cursos
específicos para cada uma destas áreas. Mas busque sempre o
conhecimento sobre as várias situações, antes de começar a
colocar em prática. Este artigo visa dar uma visão geral das
principais, para você ter uma melhor ideia por onde caminhar.
E, já que você vai precisar usar o computador (ou celular) como
ferramenta nestes processos, também não seria uma má ideia fazer
um curso básico de informática para te dar bases de como usar a
ferramenta chamada computador. Você pode encontrar este curso em
www.lupasoft.com.br/TreinamOfficeBasico
Antes de continuar, queria pedir pra você que, se está gostando do
conteúdo, clica aí no joinha, compartilha com alguém. E não deixe
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conhecia. Comenta também o que você está achando deste conteúdo.
Software Administrativo
Em tudo isso, é muito importante que o empresário também esteja
bem atendido no que se refere a um software administrativo, que lhe
auxilie a gerenciar a empresa, como um todo. Já pensou, colocar
produtos à venda na internet, investir num bom marketing e muitos
clientes te procurarem, para você descobrir depois que não estava
preparado para o boom de clientes e vendas, e se perder na
hora de dar um desconto numa negociação, ou não saber qual o preço
de custo do seu produto, a fim de melhor negociar este desconto. Ou
então você nem saber quanto de estoque tem de cada produto, ou não
ter uma previsão do seu fluxo de caixa para saber quanto mais poderá
investir a curto e médio prazo, a fim de atender à demanda?
Artigo calculadora de luxo . Link.
Existe uma frustração horrível de investir incorretamente em
propaganda e marketing e não ter retorno nenhum, não ter clientes
na sua loja. Mas acredito que pior do que isso, é ter o retorno dos
clientes e não estar preparado para atendê-los.
Se você investir nas ferramentas de venda da internet e tiver um
ótimo resultado, mas não tiver uma boa retaguarda administrativa,
pode “queimar” muitas oportunidades, frustrar muitos clientes que
chegam à sua loja, os quais, por não serem bem atendidos, podem
nunca mais voltar.
Acho que isso é ainda pior do que não ter retorno nenhum !
Numa situação assim, investir muito na divulgação e vendas para
internet, sem estar preparado para o retorno pode ser um “tiro no
pé”, pode ser bem pior do que se você não tivesse investido
nada.
A ferramenta que te fornece esta retaguarda é um bom software
administrativo para sua empresa. Aquele que vai te possibilitar
manter as rédeas e o controle da sua empresa em cada passo dado.
Na LUPASoft, nosso lema é “ajudando você a melhor enxergar sua
empresa”, porque não adianta investir horrores em propaganda, só
pra quando o cliente chegar desejoso pelo seu produto, você ser
obrigado a dizer “acabou”, “não temos” e deixar o cliente ir
embora com uma experiência negativa da sua empresa.
Pior ainda, encher sua loja de clientes que compram seu produto aos
milhares, para você perceber depois que não calculou direito o
preço de venda dele, vendeu abaixo do seu custo e perceber que todo
aquele investimento e movimento lhe gerou prejuízo e não lucro.
Imagina o desespero.
Calcular o preço de venda correto, controlar o estoque, ter uma
previsão de investimentos e tantas outras tarefas essenciais para a
empresa só podem ser correta e satisfatoriamente executadas com o
auxílio de um software especializado nisso.
Esse software administrativo não vai fazer seu marketing. Certa vez,
ao oferecer o software MercaBom para um empresário, a fim de que ele
pudesse ter um melhor controle administrativo da sua empresa, a
resposta dele foi que naquele momento ele estava fazendo um curso de
marketing digital, portanto não precisava de um software. A
princípio, ele não sabia a diferença de tarefas de cada coisa e
misturou um pouco as ideias.
Nós, da LUPASoft, disponibilizamos softwares administrativos em
diferentes segmentos como comércio, prestação de serviços,
locações etc.
Redes Sociais
Agora, quando falamos de redes sociais, estamos falando de
divulgação, propaganda e marketing. As redes sociais não têm
tanto o objetivo de vender, em si, assim como um market place não
tem por objetivo divulgar o produto. Muitas vezes, uma rede social
trabalha integrada e junto a um market place para fazer as duas
coisas, ou seja, divulgar e, logo em seguida, vender. Mas o ideal é
saber aproveitar o melhor de cada ferramenta sem tentar invadir o
espaço da outra. Ou seja, não tente vender com uma rede social.
Quero dizer, geralmente, na rede social, ao fazer a divulgação,
têm-se um botão que leva o interessado no produto para uma área de
venda, como loja virtual ou market place. Estão integradas. Mas você
precisa entender a diferença de uma e outra coisa, a fim de usar
corretamente.
E, mesmo a divulgação tem vários tipos de se fazer.
Então, existem vários tipos de redes sociais: facebook, instagram,
google, youtube, tiktok só pra citar as principais. Mas o mais
importante é você não se confundir, achando que usando estas redes
sociais você terá uma venda garantida. Lembre-se: o trabalho delas
é o de divulgar sua empresa/produto/serviço. Mas se, ao divulgar,
você receber um cliente interessado em consumir o produto que você
oferece, precisará ter a estrutura pronta para vender o produto.
Precisa saber, por exemplo, se sua estratégia será vender
diretamente pela internet ou levar o cliente para sua empresa e
atendê-lo presencialmente.
Também precisa entender uma diferença básica sobre as redes
sociais: diferente do site, que é uma referência fixa sobre sua
empresa (como a placa e fachada da sua empresa), as redes sociais,
com o fim de divulgar sua empresa e produto, é muito mais dinâmica.
As redes sociais têm por objetivo manter informações atualizadas
sobre sua empresa/produto periodicamente. Assim, ao divulgar sua
empresa em redes sociais, você deve manter isso atualizado. A ideia
é seus clientes se manterem ativos com as novidades, como se fosse
jornalzinho de promoções. Na rede social, a dinâmica das novidades
que, no caso de uma empresa, possam ajudar a promover os produtos é
a regra principal.
Tem empresário que mistura as coisas e não estabelece uma
estratégia. Já ouvi muitos falarem que estão escolhendo entre
investir num site ou em propaganda no facebook. Entenda: as duas
coisas são necessárias e têm objetivos diferentes. O site é uma
referência fixa, como já dissemos, com informações sobre a
estrutura da sua empresa. As redes sociais são atualizações
periódicas sobre o que você tem a oferecer no momento, as
novidades, as promoções etc.
Em se falando de divulgação, tem 2 maneiras de você fazer isso:
Pode postar na sua rede social, sem investir dinheiro nisso e poder
ser visto pelo seu grupo de pessoas, que costumam visualizar suas
postagens. Seria como você deixar folhetos promocionais no balcão
da sua empresa para entregar para aqueles que já visitam sua
empresa. Ajuda a fortalecer os vínculos com seus clientes, mas não
aumenta o número deles. Neste caso, o que você posta só aparece na
sua área de divulgação para os seus contatos e aqueles que vierem
a ter contato com você. Isso é o que se conhece por divulgação
orgânica nas redes sociais, sem pagar para realizar a divulgação,
mas com um retorno e abrangência limitados.
A outra maneira é quando você usa a audiência da rede social para
anunciar sobre sua empresa/produto para pessoas que ainda não te
conhecem, a fim de expandir o número de pessoas que venham a entrar
em contato com seus produtos. Neste caso, você precisa pagar pela
divulgação, pois o que você postar será mostrado para pessoas
muito além dos seus contatos. Todas as redes sociais oferecem este
serviço porque este é, na verdade, a maneira que estas empresas das
redes sociais têm de ganhar dinheiro e elas cobram de você para
fazer isso. Quando chegar nesta fase, é muito aconselhável que você
entenda um pouco melhor como cada rede social funciona para escolhe e
usar qual delas melhor se encaixa no seu tipo de empresa.
Se vocês quiserem, postem aqui nos comentários que desejam, e farei
outro artigo, para lhes dar igualmente uma visão geral das
diferenças básicas entre as principais redes sociais e onde se
encaixam. Por exemplo, certa vez um dono de loja de roupas, usando o
instagram para divulgar seus produtos, estava muito entusiasmado com
os bons resultados e queria que eu também usasse o instagram para
divulgar sobre meus softwares. Mas este tipo de produto não se
divulga por foto, o que torna esta rede social menos interessante
para o meu tipo de produto. É preciso também entender qual a melhor
rede social para realizar este trabalho de marketing.
Concluindo
Então, não se trata de ver que a internet está revolucionando as
relações comerciais e sair por aí, “atirando pra todo lado”,
fazendo propaganda aqui e ali, montando loja virtual e gastando
dinheiro sem saber o que cada uma destas ferramentas proporciona.
Conheci um empresário certa vez que desejou montar sua loja virtual
e contratou um especialista. Após gastar um bom dinheiro, percebeu
que não tinha uma loja virtual, mas um catálogo eletrônico que não
gerava vendas. E ele também não estava preparado para atender às
vendas da internet, além de não ter trabalhado nenhuma divulgação
de marketing, achando que apenas montando a loja, os clientes viriam
até ele. Tudo errado por falta de entendimento.
É preciso entender, pelo menos, o escopo de atuação de cada
ferramenta. Diferenciar o que faz venda, o que administra, o que faz
propaganda e usar cada coisa no seu devido momento.
E então, traçar uma estratégia usando tudo isso, cada coisa no seu
lugar e especializar-se e aprofundar-se nas ferramentas que serão
realmente escolhidas.
Espero que tenha ajudado a esclarecer esta visão geral. Aconselhamos
que invista em conhecimento, mas da forma correta, para evitar
frustrações.
Comece pelo começo. E consolide suas estruturas à medida que
avança.
Se você ainda não fez um curso de informática, comece entendendo a
ferramenta básica: o computador, que será seu companheiro em muitas
destas atividades. Aprenda a usá-lo primeiro. Faça o nosso Curso
Básico de Informática.
Já se inscreveu no canal? Ativou o sininho? Então aguarde nosso
próximo vídeo. Enquanto isso, explore o conteúdo que já temos.
Não há mais dúvidas, depois destes últimos 2 anos em que o mundo
todo passou por grandes transformações, que a tecnologia disponível
no que se refere ao campo da informática foi uma grande contribuição
para que as coisas não ficassem ainda piores. Faz algum tempo que se
fala que as profissões relacionadas ao computador são as profissões
do futuro. Mas agora, depois de tudo o que presenciamos, isso é uma
realidade marcante e irrefutável.
Mas para aqueles que não são da área de T.I. (Tecnologia da
Informação), que abrange o computador, o SmartPhone, as tecnologias
de comunicação das empresas de telefonia, a internet e tudo o mais
relacionado a isso, pode não perceber que esta área é de uma
variedade de profissões e de especializações incrível. Uma
variedade tão grande, que até mesmo os técnicos relacionados a
isso são pegos de surpresa algumas vezes com as novidades que surgem
neste mercado.
Só pra citar algumas áreas: temos a computação, a estruturação
de redes de computadores, a programação de aplicativos para as
diversas plataformas com uso de linguagens de programação, a área
de manutenção de tudo isso, o setor de segurança, para prevenir
ataques de hackers e outras ameaças, toda área de entretenimento,
jogos, mídias; tudo o que se relaciona a internet, e por aí vai a
transmissão de TV, as redes que conectam as várias filiais de uma
mesma empresa, as possibilidades de comunicação interpessoal etc,
além dos revolucionários processos de impressão 3D, e há muito
mais nesta lista … e todas elas são possibilidades que não
existiam há 30 anos atrás e hoje, parecem ser as coisas mais
valorizadas no mundo.
Claro que existem ainda muitas profissões das “antigas” que
nunca nos deixarão. E há outras que já não existem mais por causa
de revolução tecnológica. Aliás, revolução essa tão ou mais
impactante do que a que ocorreu no século XVIII, chamada de
industrial. Mas considere que, mesmo para as profissões ditas
tradicionais, as ferramentas tecnológicas se tornaram aliadas para
sua execução. Ou seja, ou você está diretamente ligado a uma
destas profissões tecnológicas e domina esta área para realizar
tarefas no mundo cibernético ou você, sendo de outra profissão,
não escapará de utilizar recursos desta área tecnológica, em
maior ou menor escala, como auxiliar da sua profissão, seja ela qual
for.
Para você ter uma ideia disso, já existem em certos países coleta
seletiva de lixo (aquela usada para reciclagem), comandada por
tecnologias que separam, automaticamente, resíduos aproveitáveis de
outros! Isso para não falar das telecirurgias, onde alguns médicos
realizam cirurgias a milhares de kilômetros do paciente, comandando
ferramentas via internet!
E, se falarmos de forma mais simples, do simples uso do telefone
celular como ferramenta para qualquer pessoa, tanto no uso
profissional quanto pessoal, e se entendermos que o telefone é hoje
um verdadeiro computador de bolso, um PC (pocket computer), então
ninguém mais fica de fora do uso da tecnologia em sua vida.
E, por mais que ela esteja se tornando cada vez mais fácil de
utilizar, quem possibilita essa facilidade são técnicos que fazem o
trabalho difícil no interior da máquina (seja um computador, tablet
ou SmartPhone), a fim de tornar a experiência de uso bastante
agradável para as pessoas. E este tipo de profissional será cada
vez mais necessário, à medida que os sistemas vão se aperfeiçoando
e disseminando seu uso ao redor do mundo.
Se você deseja estar preparado para o futuro que já chegou, mesmo
que não queira seguir carreira profissional em uma destas áreas
diretamente ligada à tecnologia, como um programador, por exemplo
(como é meu caso), ou um especialista em segurança de internet ou
qualquer outra área destas, mesmo assim precisará entender a lógica
deste mundo tecnológico. Para conseguir usar com satisfação a
tecnologia, você precisará entender sua lógica, mesmo para as
tarefas mais simples. Aliás, até mesmo para saber colocar o limite
e não se deixar escravizar pela tecnologia, mas usá-la para o seu
benefício, é necessário entender sua lógica. Quem é da área,
quem entende como isso tudo funciona, geralmente não se deixa
dominar pela tecnologia.
Para entender tudo isso, se você ainda não o fez, precisará se
preparar, treinar e adequar-se a esta realidade. Não falo aqui de
saber usar um celular ou entrar num site da internet. Isso tudo é
realmente muito fácil. Mas você precisará entender como a
tecnologia funciona e qual a lógica por trás de tudo isso, para
entender realmente como fazer as coisas, da forma correta. Porque,
senão, você vai apenas saber apertar uns botões no celular ou no
mouse e não vai muito longe com isso, não.
Neste futuro (que já chegou), ou você será um profissional
diretamente ligado à tecnologia, que criará e fará funcionar
equipamentos, aplicativos e formas de facilitar a vida das pessoas ou
você usará tudo isso para te auxiliar no dia a dia e precisará
entender como tudo isso funciona, de forma adequada.
Não tente ficar totalmente de fora de tudo isso. Você não
conseguirá.
Lucas Durigon
este artigo também foi publicado no site "Atitude Limeira"
Sim, é isso mesmo! Acredito que Deus dá a alguns a vocação para
ser empresário, para empreender. Não é para qualquer um, como sabe
quem está na área ou quem tentou e não prosseguiu. Só pensa que é
fácil quem ainda não experimentou na prática. Empreender não é
fácil em lugar nenhum, em nenhuma época. No Brasil, há uma pitada
a mais de sofrimento, considerando a burocracia e carga tributária.
Mas, assim como não são todos que podem ser médicos, engenheiros
ou advogados, também não são todos que podem ser empreendedores.
Gerenciar um negócio, possibilitar que a economia gire de forma
saudável, gerar empregos, fornecer algum benefício para a sociedade
e fazer tudo isso de forma honesta e íntegra é um desafio
monstruoso.
Claro, não preciso nem dizer que, como qualquer outra atividade
humana, esta não está livre dos maus exemplos. Nem todo empresário
é honesto ou justo. Nem todos tratam bem seus clientes ou
funcionários. Nem todos entendem sua função social e suas
obrigações perante a sociedade. Nem todos pagam um salário justo.
Enfim, como em todo lugar, há os maus também, assim como os bons.
Já vi empresário ganhar menos que seus próprios funcionários. A
maioria, com certeza, trabalha mais horas que seus empregados, pelo
menos no início da empresa. E não ganham hora extra. Por isso e
muitas outras características, posso dizer que ser empresário, mais
do que um meio de ganhar a vida (ou de ficar rico, como pensam
alguns), é uma vocação. Quem abre um espaço que possibilite a
muitos ganhar o sustento da sua família faz isso, ainda que sem
saber ou perceber, movido por algo que, muitas vezes não sabe
explicar, mas que precisa manter. Afinal, qual o empresário já não
se perguntou se está louco fazendo o que faz? Afinal, manter tudo
isso (e aqui estou falando de um jeito beeeeemm resumido) requer
muito mais do que apenas força de vontade.
Requer resiliência.
Exige paciência.
Requer tolerância e ousadia.
Exige amor.
Ser empresário não é fácil. Ao se colocar nesta posição,
coloca-se na posição de colaborar com a economia de uma região, de
um país. Possibilita muitas pessoas obterem seu sustento, não
apenas seus próprios funcionários, mas todos os fornecedores, os
prestadores de serviços, uma cadeia enorme de colaboração mútua
para fazer com que a empresa caminhe em frente. E, essa cadeia de
colaboração, vivida e executada por empresários, é algo que o
próprio evangelho anuncia, de uns ajudando outros, para o bem estar
comum.
Todos sabem que uma empresa que não colabora com a sociedade, é
retirada de circulação. É o que alguns chamam de “regulação do
mercado”. Um ditado, que bem expressa isso, diz que a maçã podre
precisa ser retirada. Biblicamente, eu diria que a ausência ou
negação de propósito tiram aquela empresa de circulação.
Seja como for sua maneira de enxergar isso, o fato é que ninguém
mantém uma empresa no mercado se ela não beneficia a sociedade.
Afinal, ninguém compra produtos inúteis por muito tempo e, sem
isso, a empresa não se sustenta. Então, logicamente, se não se
oferece para a sociedade algo relevante e bom para ela, logo a
empresa não se mantém. Pelo menos não a médio ou longo prazo.
Entenda, empresário, que você existe para colaborar com a
sociedade, de uma forma singular e única. E que, sem isso, muita
coisa seria prejudicada. Então, um conselho: faça o seu melhor e
seja orientado de maneira íntegra, honesta. Faça seu trabalho da
melhor maneira possível, para que se torne um legado para a
posteridade. Porque, mesmo que seus produtos cheguem na data de
validade, a transformação social que seu trabalho possibilita
atravessa gerações. Mesmo que você não perceba, mesmo que não
acredite ou nem veja isso.
Então, faça da melhor forma. Faça da forma correta. Faça dentro
das regras. Faça de forma íntegra. Faça como se estivesse fazendo
para Deus, mesmo. “Portanto,
quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo
para glória de Deus.”
(1
Coríntios 10: 31)
Ultimamente, tem se tornado popular as ferramentas de divulgação de
propagandas e de empresas feitas pelas redes sociais. São muitas
opções de redes sociais hoje em dia, e deixaram de ser apenas um
lugar para fazer fofoca ou postar a foto do prato que se comeu no
almoço. Nunca foram, na verdade, a função principal destas redes
sociais, mas de uns tempos para cá, realmente se profissionalizaram
as ferramentas disponíveis nelas para que todos possam usá-las para
fazer propaganda, tanto para os amigos próximos quanto para qualquer
pessoa no mundo. As redes sociais, usando a estrutura de alcance
mundial da internet, realmente permitem que minha propaganda alcance
uma mãe de família na Irlanda ou um empresário em Macau. E também
os vizinhos e outros brasileiros, claro.
Muito ainda tem de se aprender a utilizar esta fantástica
oportunidade que faz com que o mundo se torne não a minha vila, mas
o quintal da minha casa, quer dizer, ao alcance de um clique, no meu
quarto, sala ou escritório, consigo alcançar o que antes não
poderia nem de carro. Talvez de avião, e jamais no mesmo dia.
Claro que as redes sociais têm interesse nisso, pois é assim que
elas ganham dinheiro. Assim como na televisão ou rádio, a fonte de
receita, o faturamento está presente na publicidade que eles
oferecem, com seus espaços que alcançam países ou regiões
inteiras (no caso da televisão ou revistas) e a sua cidade ou bairro
(no caso do rádio ou jornal impresso, por exemplo), da mesma forma,
as redes sociais de alcance mundial ganham dinheiro cobrando por
propagandas que alcançam públicos específicos.
Mas vamos lá: para um microempresário ou mesmo uma pessoa que faça,
por exemplo, bolos em sua casa para vender, não era lá muito viável
pagar uma rede de televisão (mesmo que regional) e, por vezes, nem
mesmo a emissora de rádio para veicular sua propaganda. Era algo
meio fora de alcance para a maioria. Além disso, pegue o exemplo da
televisão. A mesma propaganda passava determinado horário, para
todos que estavam assistindo. E, digamos, a propaganda de um carro
zero quilômetro não tinha muito apelo ao público adolescente ou
muito jovem que estava assistindo, sem condições de pagar por
aquele bem. Assim como propagandas de produtos femininos sendo
exibidas para homens que estavam assistindo à TV no mesmo horário,
também atingiam pessoas que não eram seu público. Muitas
propagandas “perdiam tempo” indo a públicos que não eram seu
alvo.
A internet e as redes sociais mudaram isso.
Hoje você pode fazer bolo na sua casa, tirar uma foto com seu
celular e fazer sua propaganda para 50, 100, 2000 pessoas que
conheçam seu produto, sem custo. Sem sequer sair de casa. Mas não
precisa ficar nisso. Você pode ir além. Pode gastar um pouco,
digamos uns R$ 40,00 e direcionar a propaganda dos seus produtos de
belezas para atingirem um público de 1000 mulheres, que morem na sua
cidade, que tenham entre 20 e 50 anos de idade, por exemplo e, assim,
não gastar levando propaganda a quem não seja seu público-alvo,
economizando seu investimento. Ou, na linguagem empresarial,
“maximizando” seu investimento em marketing. E, claro, não
preciso nem falar que investir um valor destes, na TV ou rádio, é
impensável. O que não significa que você não possa investir muito
mais e ter melhores resultados.
As possibilidades da internet e redes sociais para ajudar o seu
marketing a vender seu produto são enormes e devemos aproveitar
isso. Só não podemos confundir as coisas. Hoje, essa ajuda é no
marketing, nas vendas. E alguns estão confundindo, pensando que isso
também é administração da empresa. Não é! O processo
administrativo e de controle exige outros tipos de procedimentos.
Para isso, também existem ferramentas apropriadas, importantes e de
qualidade. Mas as redes sociais vieram para melhorar o marketing que,
digamos de passagem, antes só as grandes empresas podiam fazer de
verdade. Hoje, os microempresários e pessoas físicas têm isso ao
seu alcance, com uma qualidade que nem antes existia para as grandes
empresas.
É uma oportunidade que não podemos desperdiçar.
Lucas Durigon
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É o mais esquecido de todos, quando se fala de microempresários que
desejam iniciar um novo negócio. Muitas falências ocorrem por
negligenciar este pilar. Sem uma boa administração, todos os
esforços, em todos os outros, por melhores que sejam, se perdem,
seja a ponto de destruir a empresa, ou diminuir o lucro ou ainda
apenas causar dificuldades que venham a impedir seu crescimento. Se o
marketing é a alma do negócio, a administração é a circulação
sanguínea, que garante nutrientes chegando a todas as partes, para o
bom funcionamento de todo o empreendimento.
Sem administração correta, mesmo que o setor de vendas traga
números recordes a cada mês ou ano no faturamento e ainda que o
operacional esteja estruturado para isso, se não houver uma boa
administração, pode escapar pelo ralo uma quantidade maior ainda de
dinheiro do que aquela que entrou pelo faturamento.
Podemos entender melhor isso quando percebemos empresas grandes e
(aparentemente) consolidadas com dívidas absurdas. É como olhar
para aquele amigo que ganha 10 vezes mais que você, todo endividado
e se perguntar: como ele consegue, ganhando tanto, ficar tão
endividado assim. Como uma empresa, com um alto volume de vendas, de
faturamento, consegue ter dívidas, falhar no compromisso com
fornecedores, funcionários etc.?
Aquela pergunta estarrecedora para muitos, de como pode alguém
ganhar tanto e ainda não ter nada, seja uma pessoa física ou
jurídica tem a resposta aqui: administração.
Sem uma boa administração, pode-se ganhar 1 milhão e gastar 2
milhões! Sem uma boa administração, desperdiça-se matéria-prima,
material. Sem entender a dinâmica da empresa e o que está
acontecendo, pode-se ter um faturamento de 200 mil por mês e, ainda
assim, não conseguir pagar contas básicas, como fornecedores,
funcionários ou impostos.
A falta da boa administração faz com que muito empresários repita
a famosa pergunta: “para onde está indo meu dinheiro?”. Muitos
ainda complementam essa pergunta com algumas observações: “eu
trabalho tanto, faturo bem, mas não vejo o meu dinheiro”. É mais
comum nos microempresários.
A questão é que o dinheiro está lá, está entrando. Algumas vezes
de forma farta. Está saindo. Mas algumas vezes para os lugares
errados, de forma errada. Empréstimos mal feitos, pedindo dinheiro
para o banco, a fim de pagar dívidas do mês, enquanto o estoque
envelhece na prateleira ou os funcionários ficam parados, enquanto
poderiam produzir outras coisas. Dica: empréstimos é para
investimentos e, em casos muito específicos, para emergências. E
queda de faturamento não é emergência! Se um empresário não
planeja nem prevê tal queda, é porque faltou administração.
Saber-se o potencial da empresa, a disponibilidade para investimento,
o percentual que se pode crescer mensal ou anualmente, planejar
aumento estrutural, se pode contratar mais um funcionário ou não,
se é melhor aumentar o estoque ou investir em processos de entregas
mais rápidos, quando é hora de mudar de local etc etc etc. São
todas decisões administrativas, feitas com base em informações
numéricas, de forma sensata e com o conhecimento necessário.
Muitos dizem que o empresário precisa correr riscos. É verdade. Mas
riscos calculados, não aventuras irresponsáveis. O pilar que
fornece, desde cedo, para o empresário, a informação necessária
para que ele possa decidir o melhor para sua empresa é o pilar
administrativo. Sem ele, o empresário vive no escuro. Alguns chamam
isso de intuição. Mas um bom empresário que usa sua intuição, a
qual não nego ser possível, se é algo que faz constante e que dá
certo, pode ter certeza, ele conhece os números, ainda que estejam
na sua cabeça e não no papel. A intuição que dá certo vem sempre
acompanhada de boas informações e o risco é sempre calculado,
planejado, medido.
Administração é essencial para qualquer empresa. Negligenciada
pela maioria das que quebram. Mas precisa ser bem feita, de uma forma
ou de outra, se deseja-se que a empresa sobreviva, cresça e
prospere.
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A compra e a venda da empresa são os setores que mantém o fluxo
operacional andando. Precisa ser equilibrado. Não somente equilíbrio
entre a compra e venda, mas também com o operacional e outras áreas.
Não resolve nada um vendedor de uma indústria vender 1000 unidades
de um produto para entregar em 1 semana, se a empresa só consegue
produzir 500 unidades por mês!!!
Tal é a necessidade de equilíbrio que existe um conceito
administrativo que, para manter toda a empresa funcionando, existe
uma quantidade mínima de venda a ser executada num período para
manter os custos da empresa pagos. Este conceito chama-se “ponto de
equilíbrio”, que é o quanto a empresa precisa faturar (vender),
minimamente, para poder pagar as contas, manter a administração, as
contas em dia, a empresa funcionando. Acima do Ponto de Equilíbrio
começa o lucro. Abaixo dele é problema!
Se as vendas (e, consequentemente, o faturamento) ficam um pouco
abaixo deste ponto de equilíbrio, não é o ideal, mas ainda é
recuperável, dá pra compensar em outro momento. Mas se fica muito
abaixo deste equilíbrio, se isto acontece repetidas vezes, significa
que a empresa corre riscos de sobrevivência. Por outro lado, se
ficar muito acima, embora a entrada de lucro seja algo muito bom,
pode ocorrer, se a empresa não estiver pronta e estruturada para
fornecer os produtos e serviços necessários para atender os pedidos
dos clientes, de ter sérios problemas.
Então, equilíbrio é fundamental.
Se deseja crescer, precisa ser estruturado e planejado. Precisa ser
de forma crescente, sustentada e gradual, conforme a capacidade de
crescimento da empresa. De novo, entra a administração. Por
exemplo, se uma lanchonete investe muito em marketing para aumentar
suas vendas por entregas e, de repente, recebe 100 novas ligações
pedindo lanches, mas se a mesma lanchonete está estruturada para
fazer 70 lanches por noite, então estes 100 ligações novas, além
dos pedidos já habituais, então não conseguirá atender aos
clientes! Isso, com certeza, gerará problemas, reclamações,
insatisfação etc.
O comercial da empresa é o contato direto com o cliente final,
aquele que sustenta a empresa. Então esse equilíbrio é fundamental
para manter também o nome da empresa. Da mesma forma, na outra
ponta, com os colaboradores que fornecem todo o material necessário
para o funcionamento da empresa, para que ela continue funcionando,
também necessita de um relacionamento equilibrado.
A administração e o operacional são internos da empresa. Não se
conecta diretamente com o cliente final. O marketing, embora o faça,
é de uma maneira distante, indireta. Não em um contato direto. Já
as vendas são a ponta que se relaciona com o cliente final
constantemente. É ali que se conhece a necessidade, os elogios, as
críticas, reclamações etc. Por este motivo, a necessidade de estar
bem alicerçado na ética, quando se fala no pilar comercial, pode
ser a diferença de a empresa estar inserida num contexto maior de
dinâmica social e comercial ou de estar isolada, sem qualquer
conexão com o mundo de fora. Se um vendedor, por exemplo, ou toda a
equipe de venda, começa a prometer coisas que a empresa não pode
entregar, muito em breve toda a reputação da empresa estará
comprometida. Não se pode prometer o impossível (nem mesmo o
incerto) apenas para ganhar mais dinheiro.
Se a produção da sua empresa consegue atender 100 clientes por mês,
não adianta o vendedor, de uma hora para outra, prometer produtos e
serviços para 500 deles. A maioria ficará de fora, não receberá o
prometido e falará mal da empresa. O setor operacional e o
administrativo não estão estruturados para isso. E quem vende
precisa saber disso. Da mesma forma, quem compra. Não adianta o
setor de compras querer aproveitar uma promoção e comprar 1
tonelada daquele produto que só vende 200 quilos por mês, porque a
maior parte do produto, se não estragar, ficará ocupando espaço,
empatando dinheiro e envelhecendo no estoque, perdendo valor.
Equilíbrio e crescimento sustentável, neste caso, são as
palavras-chave.
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