Estoque não é só prateleira cheia:
é dinheiro parado ou girando.
Sem controle, ele pode drenar
o caixa e sufocar o lucro.
Com gestão inteligente,
o
estoque vira motor de crescimento e faturamento…
Fazer a correta gestão do estoque de um comércio é uma das áreas mais negligenciadas quando se trata de uma microempresa.
Na correria de outras tarefas igualmente importantes, muitas vezes o microempresário esquece de dar a devida atenção ao seu estoque de produtos. Os produtos estão lá, na prateleira. Isso tem um valor. Para um comércio, é a parte central: os produtos que serão vendidos aos clientes para gerar faturamento. Mas, muitas vezes, esquece-se que não basta simplesmente deixá-los na prateleira, esperando o cliente pegar.
Estoque é algo muito mais dinânimo do que parece.
A prateleira onde ele fica, as estantes e toda esta estrutura física estática não transmite a ideia correta que o gerenciamento do estoque é algo muito mais dinâmico e movimentado do que parece. Ao ver os produtos ali, parados, uma ideia diferente é transmitida, tanto para os clientes quanto para o proprietário.
Gerir um estoque para que ele seja lucrativo envolve algumas etapas e métodos de controle e gestão que precisam ser periodicamente revistos e atualizados. Só para citar algumas situações, é preciso atenção à data de vencimento no caso dos perecíveis, ao posicionamento deles na loja e nas prateleiras, a uma atenção especial para produtos campeões de venda e também aos que não giram. É necessário manter atualizado e sempre revisar o preço de venda, para saber se está adequado ao mercado, à concorrência e aos custos da loja. Analisar a margem de contribuição, rotatividade e lucro são igualmente importantes.
Mas tem uma informação que é a base de tudo: é saber quanto eu tenho em estoque. Qual o tamanho do meu estoque, tanto em quantidade de unidades quanto em valor financeiro. Se o empresário não sabe quanto ele tem de produtos em suas prateleiras, pode estar perdendo ou deixando de ganhar dinheiro.
E, muitas vezes, o “controle” desta parte é que o dono da loja dá uma olhada nas prateleiras, baseado naquilo que os clientes compram quando ele está no caixa e pensa: isto está faltando, preciso comprar mais. Ou então quando o fornecedor do produto visita a loja e oferece uma promoção para que o lojista compre um lote a mais do que está habituado.
Mas este tipo de controle visual, no “olhômetro” quase nunca fornece um retorno financeiro satisfatório para o lojista. Olhar a prateleira e sentir que está bonita e cheia nem sempre é sinônimo de estoque lucrativo e com boa rotatividade.
Este hábito de controlar no olhômetro talvez tenha funcionado algumas décadas atrás, quando o número de produtos disponíveis para venda era bastante escasso. Uma mercearia tinha disponível talvez 2 ou 3 marcas de pasta de dentes para vender. Hoje em dia, são dezenas de opções, muitas delas nas prateleiras da mercearia do empresário que acha que pode dar uma passada de olho na prateleira e saber quanto preciso comprar para revender.
Mas o ponto inicial de tudo é saber quanto se tem de estoque nas prateleiras.
Manter um controle cuidadoso, em um sistema de gestão de estoque, dando as devidas entradas e saídas no fluxo de produtos que entram e saem da loja é essencial.
Porém, periodicamente, é necessário fazer-se uma conferência, um balanço do estoque físico, a fim de conferir se está de acordo com o estoque do sistema.
Isso se faz realizando uma contagem de estoque periodicamente.
E por que isso é importante?
Porque estoque parado é prejuízo.
Estoque existe para girar. Entrar e sair. Comprar e vender.
É o movimento que gera faturamento.
Estoque parado é dinheiro parado.
E dinheiro parado em estoque é prejuízo.
E como um estoque fica parado? Comprando muito e vendendo pouco, comprando mais do que se vende. Comprando com projeção de venda para muitos meses, ao invés de poucas semanas. Comprando insuficientemente para atender ao cliente, ou seja, não ter disponível quando o cliente vem procurar para comprar.
Ou seja, se não houver produtos na medida certa para atender o cliente, sem excessos, o estoque pode drenar toda capacidade financeira da empresa.
Gerenciar estoque é essencial
para manter o fluxo de vendas e o lucro.
Veja outro exemplo. Uma determinada microempresa de vendas de material de papelaria tem uma média de faturamento mensal de 50 mil reais. Mas tem um estoque nas prateleiras de 270 mil reais! Será que esta é a medida correta para o estoque? Significa que tem um estoque para mais de 5 meses de venda! Significa que o fornecedor dos produtos está feliz por ter recebido os pagamentos deste estoque excedente. Mas significa também que o lojista que tem este estoque a mais vai precisar aguardar 5 meses para receber do seu cliente a fim de fazer girar este estoque.
Isso compromete totalmente o fluxo de caixa da empresa.
Se você tem um estoque que é mais de o dobro do seu faturamento, alguma coisa está errada. E o ponto de partida para entender e começar a avaliar isso é fazer uma contagem de estoque.
Tudo isso, desde a contagem de balanço até os controles que permitem um gerenciamento adequado só podem ser feitos com um software de gestão específico para estoque, um ERP que controle o estoque de tal forma que gere lucro e não prejuízo.
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